Entenda o que se faz na prática, os requisitos da atividade e o papel de cada formação.
Guia produzido localmente para orientar a pesquisa da profissão. A validação temática de fontes e relações de formação continua registrada na planilha.
O que faz ergonomista?
O ergonomista adapta posto, ritmo e conteúdo da tarefa às características psicofisiológicas do trabalhador, no recorte da NR-17, distinto do SESMT amplo. Esta é uma visão inicial: as responsabilidades variam conforme organização, setor, cargo e nível de experiência.
Atividades e rotina de trabalho
- Fazer avaliação ergonômica preliminar e, quando a NR-17 exigir, a Análise Ergonômica do Trabalho.
- Recomendar ajuste de mobiliário, modo operatório, carga e exigência cognitiva do posto.
- Restituir o diagnóstico à organização e acompanhar o plano de ação no PGR da NR-1.
Onde pode trabalhar
Indústria e linhas com repetição ou carga manual; Escritórios, teleatendimento e checkout (anexos da NR-17); Consultorias que entregam AET e projeto de posto; Núcleos de engenharia do trabalho em plantas de produção
Quanto ganha essa ocupação?
Média não disponívelO Portal Salário não cobre ergonomista. Engenheiro de segurança do trabalho, já no site, mede outro encargo da NR-17.
Formação e preparação
Nenhuma formação é exibida como caminho direto nesta versão porque a correlação com o catálogo público ainda não foi validada. Neste catálogo o caminho é o bacharelado em Engenharia de Produção: as diretrizes da área incluem engenharia do trabalho e ergonomia. A NR-17 nasceu na Portaria MTE 3.214/1978, que regulamentou o Capítulo V da CLT alterado pela Lei 6.514/1977, e pede adaptação das condições de trabalho às características psicofisiológicas. A Resolução Confea 235/1975 remete o engenheiro de produção às atividades 01 a 18 da Resolução 218/1973; a Lei 5.194/1966 e a Resolução 1.073/2016 amparam ART quando o ato é de engenharia. O engenheiro de segurança do trabalho, já publicado, titula o SESMT pela Lei 7.410/1985 e encara o conjunto das NRs — não isola este recorte de posto e AET.
Requisitos e limites
Ergonomista não abre conselho exclusivo. Quem assina AET como ato de engenharia precisa de diploma reconhecido e CREA na modalidade atribuída — aqui, Produção. Quando o laudo de AET é ato de engenharia, título e anotação obedecem à Resolução 1.073/2016. A NR-17 incumbe a organização de avaliar as situações de trabalho; não reserva a AET a um único diploma. Pós-graduação em ergonomia aprofunda método, sem criar CBO próprio. O especialista de SST do SESMT não substitui, sozinho, este recorte de adaptação do posto. Caso a atividade seja regulamentada, confirme conselho, legislação e regras aplicáveis no Brasil antes de tomar decisões profissionais.
Como avaliar esse caminho
Compare a rotina descrita com seus interesses e com vagas reais. Uma formação pode desenvolver fundamentos, mas não garante contratação, cargo, remuneração ou exercício de atividade regulamentada.
Perguntas frequentes
Ergonomista exige uma formação específica?
Depende da atividade, do setor e de exigências legais eventualmente aplicáveis. Esta página não apresenta um curso como habilitação automática; o vínculo será mostrado apenas depois de validado.
O curso garante uma vaga?
Não. Uma formação pode apoiar a preparação, mas seleção, contratação e condições de trabalho dependem de fatores próprios de cada oportunidade.
Outros caminhos para conhecer
Fontes e revisão
As referências apoiam o conteúdo sobre atividades e formação. O bloco salarial identifica separadamente a ocupação, o recorte e a fonte dos valores.